quarta-feira, 22 de abril de 2015

Edocomunicação e Letramento digital através uso da tecnologia nas aulas de Arte.


Vamos inserir a fotografia na aulas de Arte!

Quando proporcionamos que os alunos façam uso da fotografia, outros horizontes 
e percursos visuais, são disponibilizados para seu repertório criativo.
Neste trabalho a Arte Indígena foi o mote para uma intervenção visual em retratos.
Descobrir nossas origens, através da observação de fotografias de parentes, familiares 
e amigos.









DA SALA DE AULA!

Diversidade cultural nas regiões do Brasil.

Trabalhar a Arte de modo interdisciplinar, integrada a proposta do Projeto Pedagógico da escola, pode resultar em uma experiência gratificante.
Durante as aulas de Arte os alunos dos 4°s Anos, tomaram contato com a obra musical e a história do compositor Luiz Gonzaga, o Gonzaguinha.
A música Asa branca, foi o tema escolhido para os trabalhos; audição da música, roda de conversa sobre a temática que ela trata,ilustração  e transformação dessa ilustração em gravura com a  isopor gravura, os desenhos característicos da chita, um imenso mundo que podemos deixar que nossos alunos mergulhem, explorando cores, sensações, formas e maneiras de fazer arte. 













quinta-feira, 9 de abril de 2015

DICAS DE LEITURA!


 Livros de imagens.

Que tal deixar o texto verbal escrito e trabalhar a imagem presente no nosso dia a dia?
O estudo imagético torna-se parte significativa de compreensão e de conhecimento do mundo que nos cerca.


Livro: "Cena de Rua" de Angela-Lago: novos olhares para antigas questões.


Angela-Lago é, no cenário da literatura infantil, uma das autoras mais respeitadas, tendo como especificidade o fato de ser uma exímia ilustradora. Tendo trinta anos de experiência como autora/ilustradora, Angela-Lago recebeu diversos prêmios na área, tendo seus livros publicados em diversos países.
Por três vezes, foi candidata brasileira ao prêmio Hans Christian Andersen de Ilustração, promovido pelo International Board on Books for Young People (IBBY).

DA SALA DE AULA!

Poesia Concreta
Publicado por: Sabrina Vilarinho em Literatura
                                                                                                     
A poesia concreta surgiu com o Concretismo, fase literária voltada para a valorização e incorporação dos aspectos geométricos à arte (música, poesia, artes pláticas). 

Em 1952, a poesia concreta tem seu marco inicial através da publicação da revista “Noigrandes”, fundada por três poetas: Décio Pignatari, Haroldo de Campos e Augusto de Campos.
 

Contudo, é em 1956, com a Exposição Nacional de Arte Concreta em São Paulo, que a poesia concreta se consolida como uma nova e inusitada vertente da literatura brasileira.
 

O poema do Concretismo tem como característica primordial o uso das disponibilidades gráficas que as palavras possuem sem preocupações com a estética tradicional de começo, meio e fim e, por este motivo, é chamado de poema-objeto.
 

Outros atributos que podemos apontar deste tipo de poesia são:
 

- a eliminação do verso;
 
- o aproveitamento do espaço em branco da página para disposição das palavras;
 
- a exploração dos aspectos sonoros, visuais e semânticos dos vocábulos;
 
- o uso de neologismos e termos estrangeiros;
 
- decomposição das palavras;
 
- possibilidades de múltiplas leituras.
 

A comunicação através do visual era a forma de expressão de todas as poesias concretas. No entanto, houve particularidades que diferenciavam os poemas deste período em tipos de poesias. Vejamos:
 

● Poesia-Práxis: movimento liderado por Mário Chamie, que a partir de 1961 começou a adotar a palavra como organismo vivo gerador de novos organismos vivos, ou seja, de novas palavras.
 

● Poesia social: movimento de reação contra os formalismos da poesia concreta, os quais eram considerados exagerados por um grupo de artistas. Estes lutavam para o retorno e a inclusão de uma linguagem simples e de temas direcionados à realidade social. Artistas como Ferreira Gullar e Thiago de Mello foram adeptos dessa visão.
 

● Tropicalismo: movimento advindo do universo musical dos anos 67 e 68, que retomava as propostas de Oswald de Andrade com o Manifesto Antropófago e adotou o pensamento de aproveitar qualquer cultura, independente de onde viesse.
 

● Poesia Marginal: surgiu na década de 70 e é chamada de “marginal” porque não possuía vínculos com editoras ou distribuidoras para edição e/ou publicação, ou seja, era produção independente.
 


Os principais poetas concretistas são: Décio Pignatari , Augusto de Campos e Haroldo de Campos.




DA SALA DE AULA!

Poemas Visuais.

Qual a importância da comunicação?
Por que é importante o exercício do direito de todos à expressão e à comunicação?
Qual a importância da distribuição do saber?
Como estabelecer uma comunicação, onde o recurso imagético transforme-se em um elemento dialógico, da linguagem virtual?
Estas foram as proposições para o estudo do Concretismo, o papel da Arte na reflexão política, histórica e social, no período da ditadura no Brasil, para os alunos do 3º Ano do Ens.Médio
Para estabelecer uma relação contemporânea entre escrita e linguagem, no mundo virtual os alunos desenvolveram uma vasta pesquisa.
Músicas, ilustrações, charges, depoimentos, reportagens, peças teatrais, e tudo que envolveu o mundo da Arte nesse período sombrio do Brasil.
Como primeiro desafio conhecer o trabalho  do poeta multimídia brasileiro Paulo Aquarone, e estabelecer um "ruído" de comunicação entre o movimento visual e interativo do artista e o período ditatorial.
Em um segundo momento, deveriam utilizar aplicativos disponíveis, em qualquer computador com um mínimo de recurso operacional.
Todo o trabalho foi desenvolvido no Laboratório de Informática, com exceção da pesquisa inicial, sobre o artista, que serviu de pulso para a proposta, num total de 6 aulas de 50 minutos cada uma.

O resultado!


















MOSTRA - POEMAS MULTIMÍDIA

De 7 a 26 de abril de 2015.
de Paulo Aquarone 

A exposição mostra poemas multimídia de Paulo Aquarone (1997 a 2014) em seus objetos, vídeos e instalações, nos quais se destaca o lado lúdico de cada poesia, instigando o espectador a interagir com as obras.

Paulo Aquarone é poeta multimídia brasileiro. Produz desde a década de 1990 trabalhos poéticos com apelo visual buscando diversas mídias, entre elas objetos, instalações, vídeos e objetos interativos. Já expôs seus poemas em São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Lisboa, entre outras cidades, e publicou seus trabalhos em diversas revistas impressas e eletrônicas no Brasil, Espanha, Argentina e México.

http://www.casadasrosas.org.br/agenda/mostra--poemas-multimdia