Qual a importância de se reconhecer negro?
terça-feira, 9 de junho de 2015
segunda-feira, 25 de maio de 2015
quarta-feira, 13 de maio de 2015
OPORTUNIDADE!
Claraboia
Performance é apresentada no Centro da Cultura Judaica
divulgação

Espetáculo Claraboia é apresentado pela dançarina Morena Nascimento no Centro da Cultura Judaica
O espetáculo de dança "Claraboia" estreou há três anos no Centro da Cultura Judaica e foi exibido em diversos lugares. A coreografia e interpretação é de Morena Nascimento.
Seguindo o que foi feito nas outras apresentações, a proposta é trabalhar a performance a partir dos diferentes pontos de vista possíveis. De acordo com Morena, quem dança está no teto e a plateia assiste a tudo de baixo.
O espetáculo foi concebido como site specific(performance desenvolvida especialmente para ser apresentada em um determinado espaço), por isso é que, a cada apresentação, Morena tem que encontrar novas maneiras de interagir com o local utilizado.
Datas/ 16,
17, 23 e 24 de maio
Horários/ Sábados: 19h e 21h e Domingos: 18h e 20h
Local/ Cafeteria e Praça Rua Oscar Freire, 2500 – Sumaré
Capacidade/ 80 pessoas
Duração/ 50 minutos
Ingressos/ Doação de uma peça de roupa, que será doado para Unibes. Eles devem ser retirados com uma hora de antecedência e cada pessoa terá direito de até dois convites.
Horários/ Sábados: 19h e 21h e Domingos: 18h e 20h
Local/ Cafeteria e Praça Rua Oscar Freire, 2500 – Sumaré
Capacidade/ 80 pessoas
Duração/ 50 minutos
Ingressos/ Doação de uma peça de roupa, que será doado para Unibes. Eles devem ser retirados com uma hora de antecedência e cada pessoa terá direito de até dois convites.
terça-feira, 28 de abril de 2015
quarta-feira, 22 de abril de 2015
Edocomunicação e Letramento digital através uso da tecnologia nas aulas de Arte.
Vamos inserir a fotografia na aulas de Arte!
Quando proporcionamos que os alunos façam uso da fotografia, outros horizontes
e percursos visuais, são disponibilizados para seu repertório criativo.
Neste trabalho a Arte Indígena foi o mote para uma intervenção visual em retratos.
Descobrir nossas origens, através da observação de fotografias de parentes, familiares
e amigos.
DA SALA DE AULA!
Diversidade cultural nas regiões do Brasil.
Trabalhar
a Arte de modo interdisciplinar, integrada a proposta do Projeto Pedagógico da
escola, pode resultar em uma experiência gratificante.
Durante as aulas de Arte os alunos dos 4°s Anos, tomaram
contato com a obra musical e a história do compositor Luiz Gonzaga, o
Gonzaguinha.
A música Asa branca, foi o tema escolhido para os trabalhos;
audição da música, roda de conversa sobre a temática que ela trata,ilustração
e transformação dessa ilustração em gravura com a isopor gravura,
os desenhos característicos da chita, um imenso mundo que podemos deixar que
nossos alunos mergulhem, explorando cores, sensações, formas e maneiras de fazer
arte.
quinta-feira, 9 de abril de 2015
DICAS DE LEITURA!
Livros de imagens.
O estudo imagético torna-se parte significativa de compreensão e de conhecimento do mundo que nos cerca.

Livro: "Cena de Rua" de Angela-Lago: novos olhares para antigas questões.
Angela-Lago é, no cenário da literatura infantil, uma das autoras mais respeitadas, tendo como especificidade o fato de ser uma exímia ilustradora. Tendo trinta anos de experiência como autora/ilustradora, Angela-Lago recebeu diversos prêmios na área, tendo seus livros publicados em diversos países.
Por três vezes, foi candidata brasileira ao prêmio Hans Christian Andersen de Ilustração, promovido pelo International Board on Books for Young People (IBBY).
DA SALA DE AULA!
Poesia Concreta
Publicado por: Sabrina Vilarinho em Literatura
A poesia concreta surgiu com o Concretismo, fase literária voltada para a valorização e incorporação dos aspectos geométricos à arte (música, poesia, artes pláticas).
Em 1952, a poesia concreta tem seu marco inicial através da publicação da revista “Noigrandes”, fundada por três poetas: Décio Pignatari, Haroldo de Campos e Augusto de Campos.
Contudo, é em 1956, com a Exposição Nacional de Arte Concreta em São Paulo, que a poesia concreta se consolida como uma nova e inusitada vertente da literatura brasileira.
O poema do Concretismo tem como característica primordial o uso das disponibilidades gráficas que as palavras possuem sem preocupações com a estética tradicional de começo, meio e fim e, por este motivo, é chamado de poema-objeto.
Outros atributos que podemos apontar deste tipo de poesia são:
- a eliminação do verso;
- o aproveitamento do espaço em branco da página para disposição das palavras;
- a exploração dos aspectos sonoros, visuais e semânticos dos vocábulos;
- o uso de neologismos e termos estrangeiros;
- decomposição das palavras;
- possibilidades de múltiplas leituras.
A comunicação através do visual era a forma de expressão de todas as poesias concretas. No entanto, houve particularidades que diferenciavam os poemas deste período em tipos de poesias. Vejamos:
● Poesia-Práxis: movimento liderado por Mário Chamie, que a partir de 1961 começou a adotar a palavra como organismo vivo gerador de novos organismos vivos, ou seja, de novas palavras.
● Poesia social: movimento de reação contra os formalismos da poesia concreta, os quais eram considerados exagerados por um grupo de artistas. Estes lutavam para o retorno e a inclusão de uma linguagem simples e de temas direcionados à realidade social. Artistas como Ferreira Gullar e Thiago de Mello foram adeptos dessa visão.
● Tropicalismo: movimento advindo do universo musical dos anos 67 e 68, que retomava as propostas de Oswald de Andrade com o Manifesto Antropófago e adotou o pensamento de aproveitar qualquer cultura, independente de onde viesse.
● Poesia Marginal: surgiu na década de 70 e é chamada de “marginal” porque não possuía vínculos com editoras ou distribuidoras para edição e/ou publicação, ou seja, era produção independente.
Os principais poetas concretistas são: Décio Pignatari , Augusto de Campos e Haroldo de Campos.
Em 1952, a poesia concreta tem seu marco inicial através da publicação da revista “Noigrandes”, fundada por três poetas: Décio Pignatari, Haroldo de Campos e Augusto de Campos.
Contudo, é em 1956, com a Exposição Nacional de Arte Concreta em São Paulo, que a poesia concreta se consolida como uma nova e inusitada vertente da literatura brasileira.
O poema do Concretismo tem como característica primordial o uso das disponibilidades gráficas que as palavras possuem sem preocupações com a estética tradicional de começo, meio e fim e, por este motivo, é chamado de poema-objeto.
Outros atributos que podemos apontar deste tipo de poesia são:
- a eliminação do verso;
- o aproveitamento do espaço em branco da página para disposição das palavras;
- a exploração dos aspectos sonoros, visuais e semânticos dos vocábulos;
- o uso de neologismos e termos estrangeiros;
- decomposição das palavras;
- possibilidades de múltiplas leituras.
A comunicação através do visual era a forma de expressão de todas as poesias concretas. No entanto, houve particularidades que diferenciavam os poemas deste período em tipos de poesias. Vejamos:
● Poesia-Práxis: movimento liderado por Mário Chamie, que a partir de 1961 começou a adotar a palavra como organismo vivo gerador de novos organismos vivos, ou seja, de novas palavras.
● Poesia social: movimento de reação contra os formalismos da poesia concreta, os quais eram considerados exagerados por um grupo de artistas. Estes lutavam para o retorno e a inclusão de uma linguagem simples e de temas direcionados à realidade social. Artistas como Ferreira Gullar e Thiago de Mello foram adeptos dessa visão.
● Tropicalismo: movimento advindo do universo musical dos anos 67 e 68, que retomava as propostas de Oswald de Andrade com o Manifesto Antropófago e adotou o pensamento de aproveitar qualquer cultura, independente de onde viesse.
● Poesia Marginal: surgiu na década de 70 e é chamada de “marginal” porque não possuía vínculos com editoras ou distribuidoras para edição e/ou publicação, ou seja, era produção independente.
Os principais poetas concretistas são: Décio Pignatari , Augusto de Campos e Haroldo de Campos.
DA SALA DE AULA!
Poemas Visuais.
Qual a importância da comunicação?
Por que é importante o exercício do direito de todos à expressão e à comunicação?
Qual a importância da distribuição do saber?
Como estabelecer uma comunicação, onde o recurso imagético transforme-se em um elemento dialógico, da linguagem virtual?
Estas foram as proposições para o estudo do Concretismo, o papel da Arte na reflexão política, histórica e social, no período da ditadura no Brasil, para os alunos do 3º Ano do Ens.Médio
Para estabelecer uma relação contemporânea entre escrita e linguagem, no mundo virtual os alunos desenvolveram uma vasta pesquisa.
Músicas, ilustrações, charges, depoimentos, reportagens, peças teatrais, e tudo que envolveu o mundo da Arte nesse período sombrio do Brasil.
Como primeiro desafio conhecer o trabalho do poeta multimídia brasileiro Paulo Aquarone, e estabelecer um "ruído" de comunicação entre o movimento visual e interativo do artista e o período ditatorial.
Em um segundo momento, deveriam utilizar aplicativos disponíveis, em qualquer computador com um mínimo de recurso operacional.
Todo o trabalho foi desenvolvido no Laboratório de Informática, com exceção da pesquisa inicial, sobre o artista, que serviu de pulso para a proposta, num total de 6 aulas de 50 minutos cada uma.
O resultado!
MOSTRA - POEMAS MULTIMÍDIA

De 7 a 26 de abril de 2015.
de Paulo Aquarone
A exposição mostra poemas multimídia de Paulo Aquarone (1997 a 2014) em seus objetos, vídeos e instalações, nos quais se destaca o lado lúdico de cada poesia, instigando o espectador a interagir com as obras.
Paulo Aquarone é poeta multimídia brasileiro. Produz desde a década de 1990 trabalhos poéticos com apelo visual buscando diversas mídias, entre elas objetos, instalações, vídeos e objetos interativos. Já expôs seus poemas em São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Lisboa, entre outras cidades, e publicou seus trabalhos em diversas revistas impressas e eletrônicas no Brasil, Espanha, Argentina e México.
http://www.casadasrosas.org.br/agenda/mostra--poemas-multimdia
quinta-feira, 19 de março de 2015
POIS É!
Décio Pignatari e o Concretismo
Poema concreto
* Em vez de elementos estruturais (estrofes, rimas...), a própria palavra, a palavra-objeto;
* Formas dispostas geometricamente, de modo a permitir que o leitor assimile a mensagem por vários ângulos. Neste poema, em especial, da esquerda para a direita, de cima para baixo e vice-versa;
* Predomínio de imagens em detrimento ao caráter discursivo;
Elementos estes, dentre tantos outros, fazem-nos deparar com um novo estilo que norteou a poesia brasileira pós-modernismo, demarcada, sobretudo, pelo visual.
Dessa forma, tendo em vista que a Literatura é concebida como a expressão do homem vivendo em meio a seu tempo, façamos uma breve retomada no contexto político que tanto demarcou a era em questão.
Contextualizamo-nos, pois, ao governo de Juscelino Kubitschek, que, pautado por forças desenvolvimentistas, fez-se notado por promover o crescimento industrial e urbano. Contudo, mescladas a esse avanço, apareciam a dívida social e a inflação. Assim, em meio a esse ínterim, graças a um discurso moralizante, subiu ao poder Jânio Quadros, demarcado pelas forças impetuosas de promover uma verdadeira faxina em prol de uma economia de uma ordem social mais justa. Depois de empossado, após sete meses de mandato teve de ceder lugar para seu sucessor, João Goulart. Instaurava-se, assim, um período de grandes instabilidades, tanto no campo político, quanto no econômico, o que resultou na formação de duas classes: de um lado as forças populares que clamavam por reformas sociais, e de outro os setores conservadores, temendo uma ameaça comunista.
Em 1964 entrava em cena o Golpe Militar, e com ele a fase da Ditadura, sem falar nos atos institucionais, sobretudo o AI 5. Surgiu, então, outra classe, dessa vez mais inteligente do que nunca, formada por movimentos estudantis, apoiados por professores, intelectuais e artistas, cujo intuito era o de promover uma verdadeira revolução social. Surgiu o cinema e instaurou-se a Bossa Nova (que contava com a participação de Caetano Veloso, Gilberto Gil e Chico Buarque, notabilizados por uma visão engajada da cultura nacionalista). O Tropicalismo, fruto desta ascendência cultural, em muito se baseou nas ideias do grande mestre Oswald de Andrade, com seu Manifesto Antropofágico, traduzindo a realidade brasileira com humor e irreverência por meio da habilidade artística.
Assim, sob forte influência de tais acontecimentos, surgiu também o Concretismo, originado em 1965 com a revista Noigandres, caracterizado como um movimento que reproduziu, tanto em forma quanto em conteúdo, as mudanças, ocasionadas pela industrialização, que tanto se fizeram presentes em solo brasileiro. Muitas de suas características já foram exaltadas por meio do poema que nos serviu de exemplo, cuja ideologia era fazer da palavra concreta objeto real para as manifestações voltadas para a crítica à sociedade, tendo no consumo exacerbado e no capitalismo sua principal “fonte de alimentação”.
Foi assim que seus principais precursores, Décio Pignatari, Haroldo e Augusto de Campos (sendo esses dois últimos irmãos), propuseram uma nova visão da arte poética, abnegada de sentimentalismos extremos e fundada na concretude de sentidos, explorando três de suas principais vertentes: a visual, a sonora e a semântica.
Como uma espécie de denúncia, já antes ressaltada, a literatura se fez vista por intermédio de grandiosas criações, como esta de Décio Pignatari, na qual notadamente identificamos uma crítica ao imperialismo norte-americano e ao consumismo da sociedade moderna, cujo slogan é “Beba Coca-Cola”. Nele, o autor permite que o leitor faça possíveis interpretações, dada a disposição geometricamente composta das palavras. São nítidas, dentre muitas outras, interpretações voltadas para uma concepção degradante do produto em voga (no caso, a bebida), manifestada pelo uso dos vocábulos “babe, cola, caco, cloaca”, denotando algo voltado para o imundo, para o pegajoso.
http://www.portugues.com.br/literatura/concretismo.html
DA SALA DE AULA!
Revista Usina.
// USINA 16 NO AR!
Nesta edição:
1.O diálogo afetivo na poesia contemporânea | Um carinho entre "Cortejo" de Pedro Lago e "Experiência do Calor" de Pedro Rocha | Por Carolina Turboli.
2. o iniciado II | Poema de Gabriel Gorini.
3. Teoria do Cinema Feminista, parte I | Tradução do artigo Feminist Film Theory, de Anneke Smelik | Por Thomas Ilg.
4. Duas Experiências Audiovisuais | Por Stefano Calgaro.
5. Os Rumos da História in A Minor op. 9 no 1 | Poema de Rodolfo Teixeira.
6. Corpo em ruínas: a convulsão p(r)o(f)ética da palavra | Resenha de "Corpo de festim - antropoemas" de Alexandre Guarnieri | Por Ronaldo Cagiano.
2. o iniciado II | Poema de Gabriel Gorini.
3. Teoria do Cinema Feminista, parte I | Tradução do artigo Feminist Film Theory, de Anneke Smelik | Por Thomas Ilg.
4. Duas Experiências Audiovisuais | Por Stefano Calgaro.
5. Os Rumos da História in A Minor op. 9 no 1 | Poema de Rodolfo Teixeira.
6. Corpo em ruínas: a convulsão p(r)o(f)ética da palavra | Resenha de "Corpo de festim - antropoemas" de Alexandre Guarnieri | Por Ronaldo Cagiano.
DA SALA DE AULA!
MOSTRA - POEMAS MULTIMÍDIA

De 7 a 26 de abril de 2015.
de Paulo Aquarone
A exposição mostra poemas multimídia de Paulo Aquarone (1997 a 2014) em seus objetos, vídeos e instalações, nos quais se destaca o lado lúdico de cada poesia, instigando o espectador a interagir com as obras.
Paulo Aquarone é poeta multimídia brasileiro. Produz desde a década de 1990 trabalhos poéticos com apelo visual buscando diversas mídias, entre elas objetos, instalações, vídeos e objetos interativos. Já expôs seus poemas em São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador e Lisboa, entre outras cidades, e publicou seus trabalhos em diversas revistas impressas e eletrônicas no Brasil, Espanha, Argentina e México.
http://www.casadasrosas.org.br/agenda/mostra--poemas-multimdia
quinta-feira, 12 de março de 2015
OPORTUNIDADE!
Departamento de Artes Plásticas da ECA realiza curso de desenho de observação
O Departamento de Artes Plásticas da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP está com as inscrições abertas, até 16 de março, para o curso de Desenho de Observação.
A programação tem como objetivo estimular a produção de desenhos através de diferentes técnicas, além de desenvolver no aluno a sua própria expressão individual. O curso tem como base exemplos da história da arte e conta com atividades práticas, como passeios pelo campus da Universidade, a fim de dar espaço à produção de desenhos. Além disso, haverá também aulas com modelos vivos, voltadas para a observação da figura humana.
O valor do curso é de R$ 200,00 e será realizado de 17 de março a 30 de junho, às terças-feiras, das 14h às 18h, para o qual são oferecidas 20 vagas. As inscrições podem ser feitas até o dia 16 de março, no Departamento, localizado na Av. Prof. Lúcio Martins Rodrigues, 443, Cidade Universitária, São Paulo.
domingo, 8 de março de 2015
POIS É!
Morreu na noite deste domingo (8) a cantora e apresentadora do Viola, Minha Viola, Inezita Barroso. No último dia 4, a dama da música caipira havia completado 90 anos de idade.
Descanse em paz, Inezita. A TV Cultura está em luto.
terça-feira, 3 de março de 2015
Vamos aproveitar o tema e explorar as formas geométricas com a criançada?
Invente uma história e enquanto faz as dobras,vá contando, estimulando a visão, a atenção, a coordenação motora, a concentração.
Fazendo com que as crianças tenham momentos de parada, para rir, se espantar, nos olhar com aqueles olhos arregalados, de quem busca no fundo da nossa alma o motivo para uma boa gargalhada.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015
DA SALA DE AULA!
Pier Cesare Rivoltella: "Falta cultura digital na sala de aula"
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
terça-feira, 10 de fevereiro de 2015
OPORTUNIDADE!
No MuBe, em São Paulo, e de graça.
História da Arte: Curso Introdutório – Com Elza Ajzenberg e Tatiana Ajzenberg De 9 de março a 18 de maio de 2015Segundas-feiras, das 14h às 16h Gratuito...
MUBE.ART.BR
http://mube.art.br/curso/historia-da-arte-curso-introdutorio/
domingo, 8 de fevereiro de 2015
OPORTUNIDADE!
ARTE DO BRINCANTE PARA EDUCADORES
Oficina para educadores começa em março
A arte do Brincante para Educadores é uma oficina diferente.
A atividade deixa o giz e a lousa de lado para investir em canções que contribuam
para o aperfeiçoamento de profissionais que trabalham como educação.
A ideia torna mais afetiva e orgânica a apresentação de conteúdos para crianças.
A partir do momento que o educador experimenta o encantamento por um
quadro ou música, repassar este fascínio se torna mais fácil.
A oficina será realizada no Instituto Brincante. Duas turmas serão disponibilizadas.
O conteúdo programático é composto por oito módulos, nos quais estão inclusos:
“Danças Brasileiras”, “Figuras e Aderelos dos Folguedos Populares” e “Iniciação
à Cultura da Criança”.
A inscrição na atividade pode ser feita presencialmente, na secretária do
Instituto, de segunda a sexta, das 9h às 13h e das 14h às 18h; ou, por email.
Os interessados que optarem pela segunda opção deverão enviar a ficha de
inscrição para o seguinte endereço:inscricao@institutobrincante.org.br.
A arte do Brincante para Educadores é uma oficina paga.
O investimento é de R$320,00 (mês) mais taxa de matrícula de R$ 100,00.
Inscrições realizadas até 31/01/15 têm 50% de desconto no valor da inscrição.
- Instituto Brincante - Rua Purpurina, 428 - Vila Madalena, São Paulo
+ Ver mapa - turma a: quarta-feira - 18h às 22h.turma b: sexta -18h às 22h. sábado e domingo - 10h às 17h // turma b: .
- R$ 320,00 (por mês) + taxa de inscrição
- 27/03/2015 a 25/10/2015
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